Pedagogias Diferenciadas para a Educação
multicultural.
Como? ( I )
Síntese/Reflexão
A
escola é um espaço aberto ao diálogo entre docentes e alunos. Todos são iguais
têm as mesmas oportunidades. Os meios sociais de vivências dos alunos, são
pontos positivos a valorizar o
conhecimento empírico. Cada um traz experiências novas que ensina aos colegas e
há intercâmbio.
Os professores
aprendem e enriquecem-se nesta troca de experiências, todos ficam mais ricos no
saber cultural.
A
avaliação é contínua e diária. Há diálogo e intercâmbio entre colegas docentes
de cadeira que se interligam ou não. Pois, o saber não é um todo, e também a
estreita ligação com as famílias, entendê-las é conhecer melhor as crianças, os
jovens, os alunos.
Para
que se fomente uma igualdade de oportunidades a nível educativo, tem-se sem
sombra parta qualquer dúvida de se recorrer a pedagogias diferenciadas. Esta
exigência torna-se ainda mais premente em contextos classificados de
etnicamente heterogéneos. O respeito pela individualidade e a promoção da
igualdade de oportunidades entre os alunos pertencentes a diversos grupos étnicos
- culturais exigem por parte do educador o recurso a práticas pedagógicas que
vão de encontro às realidades desses
grupos, sendo assim ajustadas à diversidade. O desenvolvimento de pedagogias
diferenciadas em qualquer contexto requer que o professor:
a)-
compreenda os mecanismos de funcionamento da escola face à diversidade sócio –
económica e étnico – cultural dos alunos;
b)-
utilize a margem de liberdade de que dispõe para realizar escolhas
curriculares;
c)-
atribua primazia aos processos de ensino;
d)-
faça uma avaliação formativa um vector fundamental das sua práticas;
e)-
estabeleça linhas de acção educativa para conceitos multiculturais;
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