por onde andas?
o teu silêncio tortura-me esgota-me... preciso de ti...
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Passei só por passar...
De vez em quando gosto de passar nem que seja só por passar.
Não me apetece escrever, não me apetece fazer nada, tenho saudades, muitas saudades, mas... tenho de sofrê-las em silêncio... tudo tem o seu tempo e o nosso esfomou-se, porque talvez não fosse o nosso tempo...
Não me apetece escrever, não me apetece fazer nada, tenho saudades, muitas saudades, mas... tenho de sofrê-las em silêncio... tudo tem o seu tempo e o nosso esfomou-se, porque talvez não fosse o nosso tempo...
segunda-feira, 23 de julho de 2012
amanhã pode ser tarde
Amanhã pode ser tarde... Ontem?...
Isso faz tempo! Amanhã?... Não nos cabe saber...
Amanhã pode ser muito tarde para você dizer que ama...
Isso faz tempo! Amanhã?... Não nos cabe saber...
Amanhã pode ser muito tarde para você dizer que ama...
Para você dizer que perdoa,
Para você dizer que desculpa,
Para você dizer que quer tentar de novo...
Para você dizer que desculpa,
Para você dizer que quer tentar de novo...
Amanhã pode ser muito tarde para pedir perdão,
Para dizeres:
Desculpa-me o erro foi meu!...
Desculpa-me o erro foi meu!...
O teu amor, amanhã, pode já ser inútil;
O teu perdão, amanhã, pode já não ser preciso;
A tua volta, amanhã, pode já não ser esperada;
O teu perdão, amanhã, pode já não ser preciso;
A tua volta, amanhã, pode já não ser esperada;
A tua carta, amanhã, pode já não ser lida;
O teu carinho, amanhã, pode já não ser mais necessário;
O teu abraço, amanhã, pode já não encontrar outros braços...
O teu carinho, amanhã, pode já não ser mais necessário;
O teu abraço, amanhã, pode já não encontrar outros braços...
Porque amanhã pode ser muito... muito tarde!
Eu amo-te !
Estou com saudade!
Estou com saudade!
Perdoa-me!
Desculpa-me!
Desculpa-me!
O teu sorriso,
O teu abraço,
O teu carinho,
O teu trabalho,
O teu sonho,
A tua ajuda...
Não deixes para amanhã para perguntar:
Porque estás triste?
O que há contigo?
Ei!... Vem cá, vamos conversar...
Onde está o teu sorriso?
Ainda tenho hipótese?...
Já percebebeste que existo?
Porque não começamos de novo?
Estou contigo. Sabes que podes contar comigo?
Onde estão os teus sonhos?
Onde está a tua garra?...
Porque não começamos de novo?
Estou contigo. Sabes que podes contar comigo?
Onde estão os teus sonhos?
Onde está a tua garra?...
Lembra-te:
Amanhã pode ser tarde... muito tarde!
Procura...
Vai atrás!
Amanhã pode ser tarde... muito tarde!
Procura...
Vai atrás!
Insiste!
Tenta mais uma vez!
Só o hoje é definitivo!
Tenta mais uma vez!
Só o hoje é definitivo!
sexta-feira, 20 de julho de 2012
educação ambiental
Na era global muito se fala de educação ambiental mas afinal como se define Educação ambiental?
A
Educação Ambiental é um processo participativo, onde o educando assume o papel
de elemento central do processo de ensino/aprendizagem pretendido, participando
activamente no diagnóstico dos problemas ambientais e na busca de soluções,
sendo preparado como agente transformador, através do desenvolvimento de
habilidades e formação de atitudes, através de uma conduta ética, condizentes
ao exercício da cidadania.
Educação
ambiental será ainda uma estratégia que pretende defender a natureza, paralisar
a sua degradação através da acção formativa. Pensamos que será uma educação a
favor do meio, não terminando com a informação e aprendizagem, não tendo como
objectivo só o conhecimento de questões ambientais. O conhecimento, a
aprendizagem das questões ambientais, só devem ser elementos mediadores para
introduzir uma ética ambiental que, dirija as relações do homem com a Natureza
num sentido positivo para o meio ambiente. A Educação Ambiental, deve incidir
sobre a acção, no actuar do homem, isto pressupõe que uma pessoa educada
ambientalmente não é tanto o que sabe, ou o que conhece a problemática
ambiental quanto aquele que, com as suas acções defende o património ambiental
e procura a sua conservação. Deve ainda, exercitar a tomada de decisões, que o
homem conheça as consequências das acções e que assim haja de forma adequada
para favorecer o seu meio ambiente. Vê o homem como mediador e como ponto de
apoio, não retomando para si a finalidade educativa, neste sentido pode ser
considerada a primeira pedagogia não antropológica, pois, a sua finalidade visa
sempre a defesa e conservação do meio ambiente, põe como finalidade a
sobrevivência, ou a qualidade de vida das gerações “futuras”.
A
educação Ambiental, é fundamentalmente uma pedagogia para a acção: não acabando na formação, nem
na culturalização; trabalha fundamentalmente para que, a natureza seja a
beneficiária da formação recebida pelo homem. Se o docente não tiver isto em
mente, não existirá uma verdadeira educação ambiental nas nossas escolas.
São
características da Educação Ambiental:
Uma
preocupação. A qualidade do meio ambiente;
Uma meta:
a preocupação e melhora do meio;
Um campo.
Os problemas do meio;
Um meio
ou instrumento: exercitar a toma de decisões
Não
obstante, a educação ambiental pode também caracterizar-se, através das suas
outras notas definidoras como:
-
Interdisciplinaridade;
-
Encaminhamento de causa e efeito;
- Sentido
global;
-
Internacionalismo;
-
Planeamento de uma nova ética assente principalmente numas novas relações entre
o homem e a natureza:
- Acção;
A ciência das crianças
Piaget (1930),
publicou um estudo, tendo como base entrevistas, sobre o que pensam as crianças
sobre o movimento de corpos celestes em especial o Sol e a Lua. Sustentava que
a compreensão destes fenómenos aparecia entre os 4 e 12 anos, com os mesmos
cinco estádios que nos outros aspectos sobre causalidade física. No primeiro,
cerca dos cinco anos, a causa do movimento prende-se com a magia e o animismo.
O Movimento da lua ir-se-á explicar recorrendo ao movimento de pessoas e
animais. No segundo estádio (5-6 anos) o movimento está ligado a Deus ou a
alguma pessoa. No terceiro estádio (6-8 anos) pensam que os fenómenos naturais
são seres vivos e os responsáveis do movimento Deus ou alguma pessoa como o
foram no estádio anterior, estando assim perante o artificialismo.
Piaget terá também observado o
facto, que até ao 3º estádio se interessam também pela ilusão de que a lua no
seu movimento os segue. Esta ilusão deve-se ao facto de que a criança não tem a
noção real da distância que a separa da Lua, e imagina-a mais próxima de si do
que realmente está. Se uma criança viaja de carro e ocasionalmente olha pela
janela e vê a Lua, tem a ilusão que esta o segue no decorrer da viagem, pois
não consegue perceber que só a vê devido à altura a que esta se encontra.
Num 4º estádio, compreendido entre
os 8 – 9 anos, as crianças irão reinventar a ideia aristotélica de movimento. A
diferença entre Aristóteles e as crianças é que estas últimas irão também
aplicar a ideia de movimento ao Sol e á lua.
Num 5º estádio, cerca dos 9 anos, as
crianças pressupõem que o Sol e a Lua estão mais ou menos à mesma altura que as
nuvens, e movimentam-se pela acção do vento.
Algumas entrevistas publicadas por
Piaget sobre as fases da Lua reforçam a Teoria Piagetiana de que até á idade
dos 11-12 anos as concepções que as crianças têm sobre os corpos celestes são
bastante rudimentares e empíricas.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Pedagogias Diferenciadas para a Educação
multicultural.
Como? ( I I)
Síntese/Reflexão
O professor tem de ter
estratégias diversificadas, é um desafio constante à criatividade no sentido de
desenvolver pedagogias mais adequadas às especificidades étnicas da turma.
Usar
interacções com diálogo em que a comunicação toca elementos comuns, o
conhecimento da cultura do outro.
Actividades
críticas com aprendizagens activas. O desenvolvimento de atitudes e valores
para a consolidação de uma sociedade justa.
A consciência
entre os sentimentos dos alunos sobre questões relativas à raça, o que leva à
educação multicultural. A avaliação é o suporte nas metodologias utilizadas
leva ao sucesso do aluno, premiando as suas características próprias no todo da
turma.
Pedagogias Diferenciadas para a Educação
multicultural.
Como? ( I )
Síntese/Reflexão
A
escola é um espaço aberto ao diálogo entre docentes e alunos. Todos são iguais
têm as mesmas oportunidades. Os meios sociais de vivências dos alunos, são
pontos positivos a valorizar o
conhecimento empírico. Cada um traz experiências novas que ensina aos colegas e
há intercâmbio.
Os professores
aprendem e enriquecem-se nesta troca de experiências, todos ficam mais ricos no
saber cultural.
A
avaliação é contínua e diária. Há diálogo e intercâmbio entre colegas docentes
de cadeira que se interligam ou não. Pois, o saber não é um todo, e também a
estreita ligação com as famílias, entendê-las é conhecer melhor as crianças, os
jovens, os alunos.
Para
que se fomente uma igualdade de oportunidades a nível educativo, tem-se sem
sombra parta qualquer dúvida de se recorrer a pedagogias diferenciadas. Esta
exigência torna-se ainda mais premente em contextos classificados de
etnicamente heterogéneos. O respeito pela individualidade e a promoção da
igualdade de oportunidades entre os alunos pertencentes a diversos grupos étnicos
- culturais exigem por parte do educador o recurso a práticas pedagógicas que
vão de encontro às realidades desses
grupos, sendo assim ajustadas à diversidade. O desenvolvimento de pedagogias
diferenciadas em qualquer contexto requer que o professor:
a)-
compreenda os mecanismos de funcionamento da escola face à diversidade sócio –
económica e étnico – cultural dos alunos;
b)-
utilize a margem de liberdade de que dispõe para realizar escolhas
curriculares;
c)-
atribua primazia aos processos de ensino;
d)-
faça uma avaliação formativa um vector fundamental das sua práticas;
e)-
estabeleça linhas de acção educativa para conceitos multiculturais;
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