quarta-feira, 15 de agosto de 2012
A vida passa, e... quando deste conta nada restou
Não sei como começar, mas talvez por vos contar uma história.
Era uma vez uma menina que acreditava em contos de fadas, uma pobre menina triste que cresceu sózinha, viveu sózinha e um dia morrerá sózinha...
A menina sempre foi privada das coisas mais importantes da vida, no entanto, era compensada com coisas materiais que muitas vezes são os substitutos do amor e do carinho.
A menina tornou-se uma adolescente irreverente e revoltada, mas um dia teve a ilusão de ter encontrado o príncipe encantado mas... que facilmente se tornou num sapo viscoço e repugnante...
Hoje mulher com defeitos(muitos)essa menina que cresceu sózinha continua no mesmo estado sendo enganada lidando com situações de mentiras e de cobardias que não consegue aceitar.
A mulher de hoje não gosta de voltar para casa porque não tem ninguém há sua espera. Talvez porque viva infelizs, talvez pelo facto de ter sido obrigada a crescer depressa demais, com a maternidade, não viveu todas as fantasias da sexualidade de todos os adolescentes, porque investiu numa formação académica que julgava importante, talvez se tenha esquecido da hierarquia das prioridades pondo em primeiro lugar uma carreira, esquecendo-se de namorar de brincar de cultivar a sensibilidade a que nunca foi habituada, talvez quando deu por si tinha todas as prioridades viradas do avesso.
Essa menina hoje mulher vive infeliz, como se fosse um piloto automático, essa menina só precisa de um pouco de compreensão, de um abraço de uma palavra amiga,mas não a consegue encontrar em lado nenhum. A menina sente-se desamparada perdida, assustada pois sabe que tudo isto é um passo para a depressão, tal com dissem os psicanalistas todos nós nos deprimimos por falta de mimos.
Para quê agonizar numa situação que não tem solução?
A menina hoje está farta e pronta para aatravessar a ponte e caminhar para a luz, tudo é melhor que o inferno da solidão da hipócrisia da mentira e da cobardia.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário