segunda-feira, 25 de junho de 2012

Um livro...

O erro de Descartes

António Damásio com a sua explicação de como a emoção contribui para a razão e para o comportamento social adaptativo, oferece-nos também uma nova perspetiva do que são realmente emoções e sentimentos: uma perceção direta dos nossos próprios estados físicos, um elo entre o corpo e as suas regulações , que visam a sobrevivência por um lado, e a consciência, por outro.
Quer saber mais??? mergulhe nas páginas de puro prazer ke esta obra lhe pode dar.

sábado, 23 de junho de 2012

um filme...


 “ Mentes Perigosas”, retrata um caso de vida real, baseado no livro de Louanne Johnson, “ My posser donzt do homework”.

            O filme desenrola-se em torno de Louanne Johnson, uma ex. fuzileira, que terá abandonado a carreira militar com o objectivo de satisfazer um sonho, ser professora.

            Enquanto ainda estudante universitária, aceita o cargo de professora substituta numa escola, mal sabendo que a turma que lhe é entregue lhe fará mudar a sua vida e ela a dos seus alunos.

            Os alunos, que integram a turma, são um grupo de adolescentes que encaram 9º seu insucesso como um modo de vida, mas que sonham com o dia em que apareça alguém que se preocupe com eles. A vida que levam, ensinou-os a não confiar em ninguém. As suas atitudes desconfiadas para com os outros está patente desde o primeiro momento, como está patente a luta que Louanne irá travar para os modificar. Ao invés de cruzar os braços perante as dificuldades esta professora terá logo no primeiro momento tomado a decisão de mudar o panorama, sem saber como iria fazê-lo. Para tal desafiou todas as regras da instituição escolar, criou o seu próprio currículo, utilizou estratégias pedagógicas invulgares, inovadoras e diferenciadas, conseguindo assim ganhar a confiança dos alunos, e encaminhando-os ao sucesso.

            O afecto que lhes manifesta terá levado os alunos a acreditarem em si próprios, no se espírito e no seu potencial. Louanne leva os alunos, e até a si própria ao limite, mas aprenderá algumas lições, quando quer desistir, são esses próprios alunos que a não deixam partir…

sexta-feira, 22 de junho de 2012


Aos Que Passam Pela Nossa Vida

Cada um que passa em nossa vida passa sozinho...
Porque cada pessoa é única para nós,
e nenhuma substitui a outra.

Cada um que passa em nossa vida passa sozinho,
mas não vai só...
Levam um pouco de nós mesmos
e nos deixam um pouco de si mesmos.

Há os que levam muito,
mas não há os que não levam nada

Há os que deixam muito,
mas não há os que não deixam nada.

Esta é a mais bela realidade da vida...
A prova tremenda de que cada um é importante
e que ninguém se aproxima do outro por acaso...
Saint Exupery

Nesta sociedade em que vivemos, carentes do carinho dos nossos pais, demasiadamente ocupados para nos dar atenção, não podemos crescer felizes. Deixem-nos brincar para que possamos ser crianças bem desenvolvidas física e mentalmente.

Não queremos brinquedos caros, substitutos do amor e carinho parental, queremos um beijo de boa-noite, um sorriso ao acordar... queremos brincar livremente, correr, saltar, trepar, usar aquele parque que vimos da janela do nosso quarto... que o tempo foi desgastando e descolorindo... olhamos tristemente por não podermos estar lá.

E não podemos porque a vida profissional dos nossos pais, não se coaduna com os nossos horários.

Queremos ser crianças, não perder a oportunidade de o ser. Queremos uma escola que não funcione como um armazém de crianças, onde nos depositam de manhã, e nos vão buscar à tarde, para nos entregar nas mãos de uma qualquer “ama electrónica”, ou numa série de actividades extra-curriculares.

Precisamos de brincar com os nossos pais, na escola, não temos culpa de viver numa sociedade tecnocrata que nos está a roubar os nossos direitos.

Deixem-nos brincar, brinquem connosco pois muitas das coisas que aprendemos é com o brincar, é com o jogo.

Se a vossa missão de adulto é trabalhar, a nossa como crianças é a de brincar, lutem por uma escola que mesmo a tempo inteiro lute por nos dar isso... 


A mudança não está num estalar de dedos, mas pode iniciar-se assim.